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“Moçambique está em guerra” diz deputada moçambicana

A deputada do maior partido da oposição no país, Maria Inoque, efectuou uma visita de trabalho ao distrito de Sussundenga, Província de Manica, centro do país, no dia 02 de Fevereiro do corrente ano, com objectivo de fazer o trabalho de campo junto com os membros.

Em entrevista a nossa reportagem, Maria Inoque, afirmou que a Renamo vai governo nas seis províncias do centro e norte do país onde revindica a victória, de modo a cumprir a vontade do povo sem fazer guerra.

A deputada do maior partido da oposição, Maria Inoque

Maria Inoque deputada da Renamo em Sussundenga

“como sabem, nós ganhamos na província de manica, temos oito acentos, o objectivo fundamental é vir fazer o trabalho de campo com os colegas de bases e trazer a mensagem daquilo que foi o trabalho na Assembleia da República” – disse Maria Inoque.

A quando a governação das seis províncias onde a Renamo revindica a vitória durante eleições de 15 de Outubro de 2014, Maria Inoque, disse que o seu partido vai governar pela justiça para com o povo, tendo acrescentado que não é o direito de Dhlakama mas sim é o direito do povo.

“Dhlakama sempre disse que vai governar, graças ao voto que lhe foi dado com o povo. O povo o elegeu, mesmo que as nossas lei não possibilitam, quem fez as leis somos nós, ele não está pedir mais do que um direito, é o direito do povo, os donos do poder vão tomar o poder” – sustentou Maria Inoque

No que diz respeito a situação política militar  no País, aquela deputada afirmou que Moçambique está em guerra, apesar de não ter sido declarada, tendo em conta que a moeda disparou, o custo de vida, a pobreza, acrescentando que o povo está vivendo numa situação de miséria.

“Eu acho que estamos em guerra, apesar de não ter sido declarada, podemos querer tapar o sol pela pineira, mas nós não estamos em Paz, podemos cantar para as pessoas que Moçambique está em paz, mas não estamos em Paz, a moeda disparou, o custo de vida disparou, a pobreza disparou, a própria natureza também  nos castiga, há zonas onde a seca está atingir uns limites não suportável, portanto essas coisas todas ditam que há uma situação de guerra e não de paz,  e é preciso que os moçambicanos sentem para resolver.

Se um pequeno grupo não quer fazer isto é para castigar a maioria, agora se alguém me bater, eu tenho que me defender, se o Presidente Dhlakama diz que vai governar até em Março é por que vai governar mesmo” – senteciou Maria Inoque

 

Sobre o autor | Website

Gestor e Formador do curso da informática no Telecentro de Sussundenga -Centro da Informática da Universidade Eduardo Mondlane (CIUEM) na Rádio Comunitária de Sussundenga-ICS Delegação de Manica. Website: https://www.mozmassoko.com

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1 Comentário

  1. luis disse:

    Fazer o que? Aceitamos sofrer esperamos pelo Deus porque os Homens perderam cabecas pra dirigir o povo de Deus. Sao os ultimos tempos profetizados pelo meu Grande Presidente de sempre em mocambique. O saudoso Machel comparo lhe com o rei Davi

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