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A religião e o comércio

Post enviado Por Daniel José Maloco Júnior

Esta problemática ganha indubitativamente o seu contexto, na medida em que nota-se uma massiva proliferação de comunidades que carregam o título de ” igrejas, instituições religiosas”, que de forma falaciosa comprovam ter capacidades de albergar esse título no exercício das suas funções.

A ordem da fé, cuja finalidade consiste em garantir uma interação espiritual entre o individou e Deus, deixa de certa forma aquem de desejar. Olhando para certas comunidades religiosas que gradualmente caminham a um estatuto de empresas espirituais, com a finalidade última de obter lucros através do drible das emoções espiritulmente populares.

Neste âmbito desenha-se de forma incontestável nos ditos padres, pastores, bispos, obreiros uma grande e imensurável habilidade económica e consequentemente ausência parcial senão total de fé divina em si mesmos.

A dinamicidade e incindível realidade entre religião e comércio

A sociedade moçambicana, afirma e axalta o papel da religião ou ainda confissões religiosas, como um dos motores de desseminação da educação moral e sobretudo espiritual. Sendo esta uma das ordens sociais, intimamrnte ligado a transcendência entre o homem e o Divino.
Deste modo o caráter da sociedade pluralista de que caracteriza moçambique, acaba dando consequências como a emergência de comunidades religiosamente questionaveis quanto a sua Raccio, a sua verdadeira finalidade social.
Tem se assistido ultimamente uma  imprescindivel ligação, entre igrejas e actividade  comercial, como diria o meu Ilustre colega Ivan  Maússe, ” … Jackpotização”.

O que, evidentemente, significa haver um elo incontornável entre essa simbiose estabelecida, neste caso o elo referente aos valores monetários. A fé equivale em algumas comunidades, à simples gorgetas e nalguns casos parcela consideravél de notas em dinheiro, depositadas na peneira ao fim de cada missa, realidade esta desagradável, introduzida e moldada pelos falsos oradores da palavra que dizem ser divina. Em certas instituições religiosas a fé e o poder supremo é colocado na mesa para ser leiloada no meio de grandes empresários.

Esta temática de religião e comercio, actualmente, obriga que se estabeleça uma relação dialética de nascência e existência, sendo que a proliferação de certas comunidades que se auto- vangloriam como religiosas, e outras antigas no mundo espiritual, significa consequentemente o nascimento do comércio. ainda se verifica, aliás se releva como descrito anteriormente, o dinheiro que simboliza o contacto com DEUS.
A deturpação da razão de ser, da existencia da ordem religiosa por parte dos falsos representantes de DEUS, acaba eclodindo ou ainda impactando de forma negativa a sociedade moçambicana, pelo que se vive na iminência de inversão de valores, credibilidade, do público alvo desses discursos retoricamente negros. O que consequentemente fere o disposto no texto  constitucional, artigo 12 da CRM/2004.

Repito, Moçambique se afirma como uma sociedade que coopera com as instituições ou confissões religiosas, visando promover uma boa dinámica social, isso ainda no mesmo preceito constitucional, todavia o mesmo não se verifica de forma agradável na prática.
Salvem-se da ganância, ambição e ausência da ética dos falsos profetas, padres, pastores e bispos. enquanto se fica adstrito das minímas economias individuais, em detrimento do alcance do poder e misericórdia divina, os falsos  Vão adquirindo condições de vida por meio da manipulação desenfreada das emoções e extorsão ilimitada e cada vez mais progressiva!
STOP INDULGÊNCIAS

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